Pensando, seria mais simples, mas eu deixaria de me surpreender com o pensamento. Como se eu tivesse que dizer ‘Ah, se eu pudesse... fazer isto assim ou se tivesse feito assim’. Vivemos à base deste pensamento interminável.
Acho que a última vez que fiz esta expressão de choque eu estava pensando no livro que estou escrevendo sobre adolescentes. Um efeito colateral do meu tratamento criou um curto-circuito cerebral que ativou emoções nunca dantes navegadas por mim. Por isso o tema do livro; estou descobrindo particularidades que me chocam, mais também me surpreendem. Gostaria de voltar a ter 15 anos, mas agora.
A questão é que o personagem perdeu boa parte das suas memórias. E eu percebi que sem as memórias, as crenças, os julgamentos, os medos e, sobretudo os traumas, deixam de nos ancorar. Sem eles, as avaliações carecerão de subsídios errôneos.
É como ter fé em Deus. Todos dizem ter muita, mas eles se contradizem em dois pontos. 1) ou pensam que Deus não pode fazer muito por nós, já que o imaginam punindo e fazendo vista grossa. (tem algo tão contraditório, aff.) Temos o hábito de tornar Deus a nossa imagem e semelhança porque é difícil entender a perfeição. Procuramos deixa-lo velho, barbudo, e às vezes esquecido, para que possamos sentí-Lo mais perto. 2) ou pensam que, por estarmos em (constante) pecado, Ele permite que evoluamos através das experiências (Ah, até gosto), mas isto contradiz a ideia de que Deus nos criou a sua imagem e semelhança. O que implica que somos todos um pouco, deuses. E com este poder (em parte controlado pelo livre-arbítrio) podemos criar qualquer coisa, e criamos tão bem que conseguimos moldar um mundo de maldade e sofrimento.
Eu acrescentaria um terceiro. 3) Se Deus criou tudo (e criou mesmo) suponho que somos parte Dele. É como se toda a matéria e além, fosse Ele. É só você olhar para o seu corpo com mais de 10 trilhões de indivíduos celulares que tem vida independente. Nosso planeta só tem 7,125 bilhões de indivíduos. Podemos tudo. Os hindus, sikhs, jainistas e budistas. dizem namaste, uma saudação que diz 'O Ser [Deus] que habita meu coração saúda o Ser [Deus] que habita o seu coração.'
quinta-feira, 9 de junho de 2016
O 'LIVRO DE MATEUS' 31
terça-feira, 7 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
O QUE ACONTECE QUANDO ORO, ORAS.
Quando eu pedi para que rezassem para o meu pai – dia 19, agora –, eu pedi que você se concentrasse em quem mais ama e durante a oração pensasse no quanto meu pai mereceria ser lembrado. Para mim foi mais fácil, já que é meu pai. Mas não posso dizer que é a pessoa que mais amo já que minha mãe deve ler o que escrevi. HEHEHE
O interessante é que eu o classificaria como ‘doente bizarro’, pois todo o processo durou uns 6 meses – contra os meus eternos 6 anos. O câncer só apareceu porque ele estava reclamando demais de um ‘incômodo’, está bem, uma dor. Desta dor veio os exames e quando chegou na ultrassonografia, ‘pow’,
Foi aí que eu entrei em ação, anos observando outros pacientes, acabei aprendendo algo. É claro que isto aconteceu no âmbito do alternativo, já que a única opção seria cirúrgica. Mas enquanto aconteciam problemas com o plano de saúde, aplicamos vários tratamentos, inclusive espirituais e algo similar ao fosfoetanolamina. Nos meses seguintes – uns 3 ou 4 – fez outro ultrassom e havia acontecido uma redução de 40%. Se continuasse desapareceria, tenho certeza.
O problema é que nem todo mundo suporta a ideia de ter um câncer e quando pode – e deve – remove-o sem pensar. Mas é preciso levar em conta que nem as cirurgias resolvem, por isso entram as quimioterapias, radioterapias, etc. O meu objetivo era fazer algo que ouvi acontecer muitas vezes, desenraizar a doença, aglutiná-la para depois remover. Por isso que tudo levou apenas 6 meses.
Acho que foi o paciente com câncer mais saudável que já vi.
Não estou fazendo pouco caso do assunto, porque até eu fiquei apreensivo mesmo acreditando que estávamos fazendo o certo. Imagina como ele devia estar se sentindo, porque, mesmo que fosse irrisório, o câncer traz um medo generalizado. Como no meu caso, em que uma doença incurável acaba se tornando um bloqueio para uma cura que existe!
Por isso: Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado.
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