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terça-feira, 8 de outubro de 2013

kazuo murakami



Prefácio do livro O Código Divino da Vida por Cristina Cairo

Convivo com médicos e pesquisadores há muitos anos e, por ser uma pesquisadora inquieta, compreendo o fato de os cientistas serem tão vaidosos e competitivos. Não faço parte de grupo científico, mas troco informações, converso, aprendo com os cientistas durante minhas jornadas em busca da cura das doenças pelo equilíbrio das emoções e pela força do amor. Encontrei diversas literaturas de médicos cientistas comprovando a cura das doenças pelo autoconhecimento e pude me sentir mais  segura frente a uma sociedade sedenta de cura, mas cética.

Dr. Paul Pearsall, especialista em psiconeuroimunologia, expõe o conhecimento sobre a cardiologia energética e afirma: “O coração é mais do que apenas uma bomba; ele reage à sinfonia celular que é a própria essência do nosso ser”. 
 
Dr. Daniel G. Amen, neurologista, mostra a influência dos pensamentos e emoções sobre a saúde do cérebro, que interferem na própria química cerebral. O dr. Deepack Chopra, médico indiano, revela que, através de neurotransmissores como os peptídios, as informações de nossos pensamentos positivos ou negativos são transmitidas ao nosso organismo pela química que produzirá a cura, a doença ou a transformação física.
 
Há centenas de médicos cientistas correndo contra o tempo para desvendar, ainda mais, o complexo organismo humano, mas ao ler a obra Código Divino da Vida, de Kazuo Murakami, senti que a ciência, finalmente, está se aproximando das respostas e soluções para os problemas da vida: “doença, velhice e morte”. Dr. Kazuo, com seus esforços e persistência, conseguiu decifrar todo o código genético da renina humana. Afirma que o gene não envelhece e que possuímos potencial para tudo o que desejarmos ser na vida, contanto que haja dedicação e exposição a novos ambientes. Acima de tudo dr. Murakami garante que o pensamento positivo influencia e liga o gene positivo, enquanto que o pensamento negativo influencia e liga o gene negativo e destrutivo. Em suas pesquisas sobre a influência do riso na ativação dos genes,constatou uma estreita relação entre o riso e a redução marcante dos níveis de açúcar no sangue em diabéticos, após as refeições. Queridos leitores, vocês encontrarão nesta maravilhosa obra o que seus corações sempre acreditaram mas nunca puderam constatar: que, realmente, seu pensamento pode curar seu corpo e rejuvenecê-lo. Dr. Kazuo Murakami diz que desejos fervorosos chegam aos céus, mas na verdade chegam mesmo aos genes. Murakami escreveu esta obra de uma forma simples para que todos possam compreender sobre sua grande descoberta, a decodificação do gene humano, e compartilhar de sua alegria.
 
Suas histórias das dificuldades para realizar descobertas significativas e a competição entre os cientistas nos  revelam a grande responsabilidade que carregam nas costas para alavancar a medicina, a psicologia e todas as áreas que se preocupam em curar vidas. Eu me sinto amparada pelas descobertas de Murakami porque agora, mais do que antes, tenho convicção plena de que estou no caminho certo com a Linguagem do Corpo para a cura. 
 
Para finalizar este prefácio quero expor minha opinião quanto aos cientistas: penso que, se todos se unissem com suas descobertas numa grande convenção, eles mesmos chegariam à conclusão de que, juntos, já descobriram a solução para os problemas da vida: “doença, velhice e morte”. 

Por Kazuo Murakami.
 
Em outubro de 2004, fui convidado, junto com outros nove cientistas e visionários, a participar do debate “Diálogos entre o Budismo e a Ciência”, um encontro bianual promovido por Sua Santidade o Dalai Lama, em sua residência em Dharamsala, Índia. 
 
O Dalai Lama já havia lido sobre minha pesquisa a respeito da influência do riso na ativação dos genes e demonstrou grande interesse pelo assunto. O ator Richard Gere, outro convidado, também manifestou enorme interesse por minha apresentação. Este livro aborda quase todos os assuntos discutidos naquele encontro.
 
As pesquisas no campo das ciências naturais estão progredindo de forma rápida e surpreendente, superando até mesmo as expectativas daqueles que atuam nessa área. O genoma humano foi decodificado há poucos anos e agora já dispomos dos meios e do conhecimento necessários para decifrar o corpo humano. Apesar de inicialmente termos acreditado que, ao decifrar o código genético, entenderíamos o mistério da vida, torna-se cada vez mais evidente que a vida não é algo tão simples. Quanto mais estudamos uma única célula sequer, mais nos damos conta de sua complexidade. Eu faço pesquisa na área de ciências naturais há mais de quarenta anos, sendo que, nos últimos vinte, dediquei-me mais à pesquisa genética. O objetivo deste livro é transmitir a inspiração, a surpresa e o maravilhamento evocados em mim tanto pelo conteúdo quanto pelo processo dessa pesquisa e, ao mesmo tempo, compartilhar com você a maneira de aplicar algumas dessas percepções na sua própria vida. 
 
Há dois assuntos em particular que gostaria de dividir com você. O primeiro deles é a surpreendente descoberta de que os nossos genes não são imutáveis, mas se alteram em resposta a diversos fatores. Quantas pessoas no mundo culpam os pais por suas inaptidões como, por exemplo, a inabilidade nos esportes? É certo que a hereditariedade influencia características e habilidades individuais. No entanto, apesar de nossos traços serem transmitidos geneticamente, nossos genes são equipados com um mecanismo liga-desliga. A prática regular de exercícios, por exemplo, ativa os genes benéficos, aumentando o tônus muscular e aprimorando a saúde, além de, simultaneamente, desativar genes prejudiciais.
 
O meio ambiente também pode ser responsável pela ativação desse mecanismo. De acordo com minhas pesquisas e experiências pessoais, a exposição a um ambiente diferente pode estimular os genes benéficos, liberando o nosso potencial. Ainda mais surpreendente é o fato de esse mecanismo liga-desliga poder ser acionado por uma atitude mental. Pesquisas recentes demonstram que a nossa maneira de pensar pode ativar ou desativar nossos genes. Em um recente experimento, que descreverei mais adiante, encontrei uma estreita relação entre o riso e a redução marcante dos níveis de açúcar no sangue em diabéticos, após as refeições. Posteriormente, identificamos os genes específicos que são ativados pelo riso, provando, pela primeira vez, que emoções positivas podem acionar o botão genético. Aprender como ativar genes benéficos e desativar genes prejudiciais pode abrir infinitas possibilidades de expansão do potencial humano. 
 
O segundo assunto apresentado neste livro é a visão de um cientista sobre o que torna possível todas as maravilhas que nos cercam. O foco do trabalho da minha vida tem sido o sistema enzimático/hormonal, bem como os genes que governam a hipertensão. Mas depois de quase um século de extensas pesquisas realizadas por vários cientistas competentes, ainda há muito desconhecimento, mesmo sobre esse assunto específico. O mecanismo da vida é um mistério surpreendente.
 
As pessoas falam de “viver” como se isso fosse algo simples, mas nenhum de nós conseguiria sobreviver exclusivamente por meio de esforços conscientes. Todas as nossas funções vitais, reguladas pelo funcionamento autônomo dos sistemas hormonal e nervoso, incluindo a respiração e a circulação sanguínea, operam ininterruptamente para assegurar nossa sobrevivência, sem qualquer esforço ou intervenção de nossa parte. O controle desses sistemas vitais é feito por nossos genes que, para tanto, precisam atuar em perfeita harmonia. Quando um gene é ativado, outro reage interrompendo ou intensificando sua atuação, e assim o sistema inteiro é afinado e regulado. É pouco provável que esse fantástico nível de organização ocorra por mera coincidência. Deve haver algo maior que seja responsável pela harmonia existente no mundo. Alguns falam de Deus, mas, como cientista, prefiro denominá-lo “Algo Maior”. Apesar de essa força ser invisível e imperceptível aos nossos outros sentidos, meu trabalho no campo das ciências naturais me levou a uma forte consciência de sua existência. Decifrar o código genético humano é um feito incrível, porém, o mais surpreendente é o fato de o próprio código ter sido impresso em nossos genes. Sabemos que não fomos nós que o escrevemos, mas sabemos também que não poderia ser um processo aleatório. O código genético, cujo conteúdo equivale ao volume de milhares de livros, está contido no espaço minúsculo de uma célula, além de controlá-la de modo ainda misterioso, porém incontestável. 
 
Faz parte da natureza humana tentar desvendar o desconhecido e entender o incompreensível. “O que há de novo?” – é o refrão dos cientistas que demonstra que o destino da ciência é desenvolver-se. Enquanto existir curiosidade, esse progresso não terá fim. Novos avanços e descobertas, especialmente no campo das ciências naturais, produzem resultados imediatos, como o desenvolvimento de novas tecnologias, o aperfeiçoamento de técnicas de reprodução animal e a produção de novos medicamentos. Mas tais avanços também podem ter consequências desastrosas, uma vez que tanto a ciência quanto a tecnologia podem ser facilmente manipuladas para satisfazer interesses econômicos e ambições pessoais. Enquanto não encontrarmos uma forma de controlar esses instintos do ser humano, a ciência será sempre uma faca de dois gumes.
 
A questão principal em relação aos clones humanos não se refere à tecnologia propriamente dita, mas à ambição humana. Até onde devemos ir? É correto criarmos uma cópia física de nós mesmos simplesmente porque assim o desejamos? Embora a ciência e a tecnologia tenham tornado essa façanha possível, cabe às pessoas decidir se querem ou não fazê-lo. Infelizmente, sabemos que tais decisões podem ser tomadas com base em interesses egoístas. Mas não devemos ser arrogantes. Em vez disso, devemos nos lembrar que a vida, inclusive a nossa, é um presente do “Algo Maior” e não fruto da criação ou da ambição humana.
 
Precisamos desenvolver em nós o discernimento e o respeito para sermos capazes de nos conter e evitar transgredir as leis naturais, mesmo que isso seja tecnicamente possível. Porém, o autocontrole baseado somente na ética não é suficiente. Ele deve nascer do conhecimento de que não existimos somente graças às nossas próprias forças e meios, mas graças a inúmeras outras vidas que sustentam a nossa. Se formos capazes de viver com gratidão e valorizar essa dádiva, conseguiremos ativar determinados genes adormecidos e abrir as portas para um novo e maravilhoso modo de vida.
 
Como fundador do Institute for the Study of the Mind- Gene Relationship, estou trabalhando em um projeto cujo  objetivo é provar a hipótese de que a felicidade, a alegria, a inspiração, a gratidão e a oração podem ativar os genes benéficos. O resultado do experimento relativo ao riso é a nossa primeira descoberta. À medida que a pesquisa progride, poderá explicar os ensinamentos de Buda e de Cristo, descrevendo-os como mecanismos de ativação e desativação genética. 
 
Se há vinte anos eu tivesse ousado afirmar que emoções positivas podem ativar os genes, teria sido extremamente criticado pela falta de rigor científico. No entanto, com o passar do tempo, o número de cientistas que compartilham de minhas convicções tem aumentado. De fato, cientistas em todo o mundo têm realizado experimentos com o objetivo de compreender a forma pela qual os fatores psicológicos influenciam os fatores físicos. É preciso mudar o conceito equivocado de que a mente e o corpo funcionam separadamente. Enquanto isso não acontecer, será difícil erradicar doenças usando apenas os métodos científicos convencionais. 
 
Os cientistas, como integrantes de uma comunidade internacional, devem dedicar mais esforços e recursos ao estudo da mente. No mundo de hoje, existem vários problemas que parecem insolúveis. Para que possamos resolvê-los, é fundamental que a ciência e a espiritualidade caminhem juntas e se complementem. 
 
Espero que este livro possa contribuir para esse propósito. Na minha busca por entendimento, tive a felicidade de conhecer várias pessoas maravilhosas. Sinto gratidão especial ao dr. Reona Ezaki, ganhador de um prêmio Nobel e reitor da Universidade de Tsukuba; e também ao dr. Hisateru Mitsuda, professor emérito da Universidade de Kyoto e meu eterno mentor. Ambos me orientaram por vários anos e aproveito esta oportunidade para expressar-lhes meus sinceros agradecimentos. 




sábado, 5 de outubro de 2013

INTERNET BIOLÓGICA



O DNA HUMANO É UMA INTERNET BIOLÓGICA, e superior em muitos aspectos à nossa internet artificial. Pesquisas de cientistas russos explicam direta e indiretamente fenômenos como a clarividência, intuição, atos de cura espontâneos ou improváveis, técnicas de autocura, técnicas de afirmação, luzes/auras incomuns em volta das pessoas, influência da mente nos padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências sem cortar e substituir um único gene.

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não produz nada sem uma função específica, juntou-se a linguistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de “DNA lixo.” Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os linguistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, segue as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para frases formulário e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras do jogo assim como nossas línguas. Línguas para humanos não aparecem por acaso, mas são um reflexo de nosso DNA inerente.

O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. [Para efeitos de concisão, vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi: Cromossomas vivos funcionam como computadores solitonicos/holográficos, usando a radiação laser endógena do DNA. Isto significa, que conseguiram modular, por exemplo, certos padrões de frequência de raio laser e com isso influenciaram a frequência de DNA e, portanto, a própria informação genética. Uma vez que a estrutura básica dos pares de DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! Substância de DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá aos raios laser de linguagem moduladas e até às ondas de rádio, se as frequências apropriadas forem usadas.

Isso explica cientificamente afinal porque as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos de cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente trabalham em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências moduladas de rádio e de luz adequadas e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que, com este método, cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles inclusive capturaram padrões de informação de um DNA particular e o transmitiram para outro, assim reprogramando as células para outro genoma. Desta forma eles transformaram com sucesso, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra simplesmente transmitindo os padrões de informação de DNA! Desta forma a informação por inteiro foi transmitida sem nenhum dos efeitos colaterais ou desarmonias encontradas quando cortam e reinserem genes únicos do DNA. Isso representa uma inacreditável revolução e sensação de transformação do mundo! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte arcaico. Esta experiência aponta para o imenso poder das ondas genéticas, que obviamente têm uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das sequências alcalinas.

Místicos antigos, esotéricos e professores espirituais já sabiam há várias eras que nossos corpos são programáveis pela linguagem, palavras e pensamentos. Isso agora foi cientificamente provado e explicado. A frequência, é claro, precisa ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com seu próprio DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas sempre funcionará, desde que usem a frequência correta.

Porém, quanto maior é o desenvolvimento da consciência de um indivíduo, menos ele precisa de qualquer tipo de artifício! Cada um pode alcançar estes resultados por si só, e a ciência pode finalmente parar de rir de tais ideias e confirmar e explicar seus resultados. E não termina por aí. Os cientistas russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões de perturbação no vácuo, com isso produzindo buracos-de-minhoca (Wormholes) magnéticos! Wormholes são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes Einstein-Rosen em proximidade com os buracos negros (deixados por estrelas que se apagam). São conexões de túnel entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e as passa para a nossa consciência. Este processo de hiper-comunicação é mais eficaz num estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem a efetividade da hiper-comunicação e a informação pode ser totalmente distorcida e inútil.

Traduzido do BeforItsNews

Referências:
1. http://www.rexresearch.com/gajarev/gajarev.htm
2. http://noosphere.princeton.edu
3. fosar-bludorf.com



 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

MODIFIQUE AS SUAS CRENÇAS



M
odifique suas Crenças! Molde seu DNA!

Não acredita? Siga em frente e veja como. Desenhista de sistemas de computação aeroespaciais e geólogo chefe da Phillips Petroleum, Gregg Braden é um cientista conhecido hoje por unir o mundo da ciência e o mundo espiritual. Vale a pena ler o que ele diz!​

Você sabe que hoje a ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração? Deus é puro amor e energia, e por ser energia, não morre, não desaparece; é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso.​

Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria. Durante muito tempo, achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo, era feito de matéria. Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo quântico, então se pensava que o núcleo, que é muito pequeno, seria material. Esta ideia caiu por terra quando, através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes, verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas uma energia condensada, não é matéria. Mas se tudo o que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então…​

No nível microscópio, nada é material. Tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada.
Vivemos num universo de vibração e nossos CORPOS e a REALIDADE são CRIADAS a partir da vibração da energia que emanamos constantemente através de nossas CRENÇAS. ​

​Sabe-se hoje que para atrair o que se deseja, nossas CRENÇAS tem que estar alinhadas com nossos sentimentos e pensamentos. E é isso que o MÉTODO PSYCH-K faz, Através da Integração dos Hemisférios Cerebrais o PSYCH-K, acessa ao subconsciente, onde as crenças ficam armazenadas, e insere as crenças congruentes com o que se deseja. ​O que você acredita sobre o seu corpo, sua saúde, sobre si mesmo, seus relacionamentos, seu dinheiro, sua profissão? Isso pode determinar uma vida de paz, felicidade e sucesso ou uma vida caótica, infeliz e de fracassos.

O Código de Isaías, apesar de pouco conhecido ainda, foi descoberto nas cavernas do Mar Morto, em 1946, e revelou as chaves sobre o nosso papel na criação. Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere que tenha o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura a nosso mundo e, talvez, prevenir as grandes tragédias que poderia enfrentar a humanidade. “Com as palavras de seu tempo, os Essênios nos lembram que toda a oração já foi atendida por Deus.” Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente como um estado “adormecido” de possibilidade. A física quântica já foi apelidada de Física das Possibilidades, por nos dizer que tudo o que imaginamos encontra-se disponível como uma das possibilidades que vamos assimilar em nossas vidas – só devemos “atrair” a que desejamos através do pensamento.

Criar, Atrair ou Acessar.
A partir desta perspectiva, nosso desejo baseado nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades. Ou seja, nada é impossível, quando se acredita no desejo já realizado; este desejo torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintonizá-lo.

Então já sabemos que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração cria o mundo material – nossos corpos e todo o restante ao nosso redor foram e continuam sendo criados através das nossas mentes coletivas. Também sabemos que a luz é uma fonte de energia, então… A que estão conectadas as partículas de luz?


Gregg diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.



​Experimento 1
Neste experimento foi recolhida uma amostra de leucócitos (glóbulos brancos) de vários doadores. Estas amostras foram colocadas em uma sala com um equipamento de medição das alterações elétricas. Neste experimento, o doador era colocado em outra sala e submetido a “estímulos emocionais” provocados por vídeos que lhe causavam emoções. O DNA era colocado em um lugar diferente do doador, mas no mesmo prédio. O doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava alterações emocionais (medidas em ondas elétricas) o DNA visualizado por microscópios MUITO potentes expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS E SIMULTÂNEAS. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador. O objetivo era saber a que distância poderiam estar separados o doador do seu DNA para que o efeito continuasse a ser observado. Pararam de fazer provas quando chegaram a uma distância de mais de 80 quilômetros entre o DNA e seu doador, e continuaram obtendo o MESMO resultado. Sem diferença e sem atraso de transmissão, o DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Mas o que isto significa?

Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem através de uma forma de energia não reconhecida com antecipação. Esta energia não é afetada nem pela distância nem pelo tempo. Não é uma forma de energia localizada, mas uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

​Experimento 2
Outro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e nele se observou o DNA da placenta humana (a forma mais antiga do DNA) que foi colocado em um recipiente, onde podiam ser medidas as suas alterações. Foram distribuídas 28 amostras em tubos de ensaio para um mesmo número de investigadores previamente treinados. Cada investigador foi treinado para gerar e EMITIR sentimentos, e cada um podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos investigadores.


1. Quando os investigadores sentiram gratidão, amor e estima, o DNA respondeu RELAXANDO e seus filamentos se estirando. O DNA ficou mais longo; 2.Quando os investigadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu ENCOLHENDO-SE; Tornou-se mais curto e muitos códigos se APAGARAM; 3. Alguma vez você já se sentiu “carregado” por emoções negativas? Agora sabemos por que nossos corpos também se afetam; 4. Os códigos do DNA se conectaram de novo quando os investigadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão, harmonia e estima e em muitos casos houve a cura física de doenças; 5. Estas alterações emocionais provaram que eram capazes de ir além dos efeitos eletromagnéticos; 6. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo, foram capazes de modificar a forma de seu DNA; 7. Gregg Braden disse que isto ilustra uma nova forma de energia, que conecta toda a criação. Esta energia parece ser uma REDE TECIDA de forma AJUSTADA, e que conecta toda a matéria. Essencialmente podemos influenciar essa rede de criação por meio da nossa VIBRAÇÃO.
8. QUESTÃO DE VIBRAÇÃO: Há mais de cinquenta anos, em 1947, o Dr. Hans Jenny desenvolveu uma nova ciência para investigar a relação entre a vibração e a forma. Mediante seus estudos, o Dr. Jenny demonstrou que a vibração produzia até geometria. O Dr. Jenny produziu uma surpreendente variedade de desenhos geométricos, desde alguns muito complexos até outros bastante simples, em materiais como água, azeite, grafite e enxofre em pó. Cada desenho era simplesmente a forma visível de uma força invisível.

A importância destas experiências é que, com elas, o Dr. Jenny provou, sem espaço para dúvidas, que a vibração cria uma forma previsível na substância em que é projetada. Pensamento, sentimento e emoção são vibrações que criam um transtorno sobre a matéria em que são projetados – por esta razão precisamos tomar cuidado com o que pensamos e sentimos. Muitas pessoas se exercitam, vão à academia, bebem muita água, comem alimentos saudáveis, mas vivem com raiva ou pessimismo, assistem sempre aos noticiários negativos, adoram filmes de guerra, drama e violência, conversam sobre doenças, crise financeira, guerras – estas pessoas geralmente não entendem por que ficam doentes e deprimidas…

O alimento que ingerimos é importante, mas as emoções são o alimento da alma e este alimento (as emoções) influenciam a nossa saúde e o nosso destino completamente. Que tal ser amigo da sua alma? Veja coisas engraçadas, divertidas, alegres, bonitas, românticas, interessantes, instrutivas, espiritualistas, otimistas… Deixe o noticiário de lado, as conversas negativas, os livros e filmes violentos e tristes, pois o que isso agrega de qualidade positiva em sua vida? NADA! Negativamente: TUDO!

Seja mais feliz, ame-se e cuide com o alimento da sua alma… Resposta A chave para obter um resultado entre os muitos possíveis (assimilar uma das infinitas possibilidades que nos cercam) reside em nossa habilidade para escolher nossas emoções e sentir que nossa escolha já está acontecendo. O método PSYCH-K nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz esse sentimento: viver como se o fruto de nosso desejo já estivesse a caminho. Se Pensamento, Sentimento e Emoção não estão alinhados, não há União. Portanto: Se cada padrão se move em uma direção diferente, o resultado é uma dispersão da energia e o resultado da seu desejo ou meta não é “manifestado na matéria” por você.


“…Qualquer um que diga a esta montanha: sai daí e joga-te no mar, não vacilando em seu coração, mas acreditando que acontecerá, assim será!”
(Marcos 11, 23).


A chave para que seu desejo seja realizado é o alinhamento do pensamento, do sentimento e da emoção. Diz Braden que alguns de “nossos cientistas” estão observando que o magnetismo da Terra está diminuindo drástica e rapidamente. Inclusive já especularam em segredo sobre uma possível alteração nos pólos magnéticos do planeta, prevista justamente para o ano em que termina o calendário maia, e as profecias hopi assinalam como o princípio de um novo começo: 2012; A tão famosa era de Aquário; Diz que quanto maior o magnetismo, maior é o tempo para a manifestação no nosso mundo o que pensamos e sentimos. Por conseguinte, quanto menor o magnetismo, menor será o tempo para nos encontrarmos com a manifestação de nossos desejos, então levará menos tempo para nossos desejos se manifestarem; Isto pode ser algo maravilhoso, não? Ou… Menos tempo para a manifestação de nossos medos, caso mantenhamos pensamentos negativos. Tudo depende de você. O que você mais pensa?

​Conclusão
Vimos que, geneticamente, nosso DNA muda com as frequências que produzem nossos sentimentos, e como as frequências energéticas mais altas são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Ou seja, você possui muito mais poder do que imaginava… Portanto, quanto mais Amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em nossas vidas. E podemos conduzir TODO o nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível.

http://psychk-rio.wix.com/psych-k#!as-crenas-moldam-o-dna/c1umh

domingo, 8 de setembro de 2013

campo corporal humano

"O Campo Corporal Humano foi descoberto pelos biofísicos como integrado ao nosso ser. Esse campo revela-se como o lugar onde é armazenada a totalidade das informações sobre o estado físico e mental do nosso corpo. O Campo Corporal Humano (CCH) coordena as funções reguladoras de nosso corpo físico, bem como as reações químicas, o equilíbrio mental, as funções nervosas, o potencial energético e a memória".

A comunidade científica não se apressa para reconhecer e admitir o poder terapêutico da medicina informacional. A medicina clássica e os laboratórios farmacêuticos continuam tropeçando com a utilização da medicina química, bombardeando nossas células com substâncias, que como já sabemos, em longo prazo, em muitos casos, se revelam nocivas. O departamento de pesquisa da empresa *NES Health está a cada mês gerando provas científicas que a saúde não é mais química, e sim informacional. A terapia NES não foca os sintomas, foca uma visão holística, o ser humano como um todo. A base de raciocínio da NES é que o ser humano se organiza por campos eletromagnéticos: a planta da organização das células para compor um ser humano está contida no universo vibracional ao qual pertence.
O Campo Corporal Humano foi descoberto pelos biofísicos como integrado ao nosso ser. Esse campo revela-se como o lugar onde é armazenada a totalidade das informações sobre o estado físico e mental do nosso corpo. O Campo Corporal Humano (CCH) coordena as funções reguladoras de nosso corpo físico, bem como as reações químicas, o equilíbrio mental, as funções nervosas, o potencial energético e a memória. O CCH atua como um sistema de navegação que guia a informação dentro do nosso corpo para gerenciar e coordenar suas atividades. Serve como entidade inteligente e poderosa de controle da informação. É um campo de energia dinâmico que reage todas as influências externas de origem física, bem como as de origem emocional ou mental. O Campo Corporal Humano “grava” tudo que pode acontecer em diferentes registros eletromagnéticos.

A NES explica que o funcionamento e a natureza do Campo Corporal Humano são extremamente complexos e são baseados na teoria dos quantas eletrodinâmicos. No site da NES, www.nutrienergetics.com, você encontrará a teoria completa. Em suma, todos os aspectos da saúde física, emocional e o bem-estar são influenciados pelos campos de energia e de informação do Campo Corporal Humano. O funcionamento do sistema NES: os traumas físicos, emocionais ou químicos perturbam o Campo Corporal Humano gerando distorções que alteram as capacidades naturais do corpo à autocura e modificam a saúde em todos os níveis do ser humano. Para a detecção das perturbações, o paciente digitaliza a palma da mão num scanner especial, durante alguns segundos. O Campo Corporal Humano será decodificado, ou seja, lido. Em seguida, na tela do computador, aparecem várias tabelas que levam em conta mais de 145 parâmetros de bem-estar como:

- os órgãos do corpo;
- os meridianos de acupuntura;
- o sistema nervoso;
- o sistema digestivo;
- as toxinas do meio interno;
- as toxinas do meio ambiente;
- o estado nutricional;
- o equilíbrio emocional;
- os problemas de articulações, etc...

As perturbações do Campo Corporal Humano serão listadas e o sistema emitira recomendações para balancear as informações. A volta ao equilíbrio é feita com o uso de gotinhas que contém a informação vibracional chamadas de “infoceuticals”, parecidas com remédios homeopáticos. O líquido – geralmente água ou álcool – é encodado (convertido) ou gravado como um DVD. Ou seja, o líquido recebe informações eletromagnéticas como se fosse um CD de música, por exemplo.

Essas informações impregnam as gotas dos infoceuticals e são tomadas segundo uma ordem específica durante um mês. O tratamento visa, para começar, o lado mais físico da manifestação. Gradativamente, ao longo dos meses, serão reequilibrados os diferentes níveis para que todos vibrem de acordo, gerando assim, um Campo Corporal Humano harmonizado. O equilíbrio e o desaparecimento das distorções levam ao alívio das perturbações e ao bem-estar quase que “beato”!

Você verá uma semelhança entre o Campo Corporal Humano e o corpo energético ou prânico, como ele é definido pela ciência do yoga. As práticas de yoga “mexem” com esse Campo e reorganizam a energia vital nos diferentes níveis do ser humano, chamados “as koshas”:


- annamaya kosha: o invólucro físico
- manomaya kosha: o invólucro feito pelos pensamentos e emoções (mind em inglês)
- vijnanamaya kosha: o invólucro formado pela inteligência, o raciocínio e a discriminação
- anandamaya kosha: o invólucro eterno
- pranamaya kosha, o total do corpo energético que integra todos os níveis.

Mexendo no corpo energético, temos acesso a todos. É fantástico ver a evolução da física moderna e que aos poucos as técnicas de cura estão adotando protocolos próximos à realidade, como foi descrita pelo yoga.
Um oceano de energia, feito de ondas que se propagam num vácuo dinâmico e “formatam” a matéria desde o ser humano às estrelas. Quem são os inventores dessa técnica? Peter Fraser: Professor da Universidade de Melbourne. Especialista em acupuntura, biofísica, medicina ocidental e oriental. Dedicou-se nessas três últimas décadas às pesquisas sobre a ciência pioneira do sistema NES. Elaborou a teoria do Campo Corporal Humano na qual se baseia a tecnologia NES.

Harry Massey: impressionado e curado graças às técnicas divulgadas por Peter Fraser. Desenvolveu o sistema NES para que seja aplicado por qualquer médico no mundo. Sofrendo da síndrome de fadiga crônica, encontrou um grande alívio com essas técnicas e resolveu compartilhar os benefícios com os outros (www.neshealth.com).

Recomendo para completar esse artigo o filme: The Living Matrix. 


* Nutry Energetic Systems nome da companhia que inventou e divulga a medicina informacional 


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

BIOMEMBRANA


Meu momento de "eureca" foi parecido com a dinâmica de algumas soluções hipersaturadas da química. São soluções que parecem apenas água, mas que estão tão saturadas de substâncias dissolvidas que uma simples gota a mais pode causar uma reação enérgica e transformar a mistura em um grande cristal. 


Este momento “eureca”, nas religiões, é descrito como um momento de iluminação, o samadhi. Não é nada diferente, no entanto nos aparenta certa estranheza que uma descoberta cientifica possa ter o mesmo valor de uma iluminação espiritual. Ambas não passam de momentos de quebra de barreiras, de paradigmas, que ocasionam um despertar ou um esclarecimento. Mas este relato do Dr. Bruce Lipton se enquadra em percepções do real funcionamento do homem, enquanto os santos, nas reais percepções de Deus, o que para mim não passa de semântica, já que Deus e homem são uma única expressão.


Em 1985, eu estava morando em uma casa alugada em uma ilha no Caribe lecionando numa escola de medicina. Eram duas horas da manhã e eu estava revendo todas as anotações sobre biologia, química e física a respeito da membrana celular que tinha feito nos últimos anos, em uma tentativa de encontrar uma ligação entre elas que me revelasse seu funcionamento. Foi então que um momento de vislumbre me transformou por completo, não em um cristal resultante de misturas hipersaturadas de laboratório, mas em um biólogo consciente do funcionamento da membrana que não tinha mais desculpas para não assumir o controle da própria vida. 

Naquele instante, redefini toda a minha compreensão do funcionamento da organização estrutural da membrana. Comecei a visualizar todo o processo desde as moléculas fosfolipídicas em formato de pirulito, organizadas como soldados enfileirados em um desfile. Por definição, estruturas cujas moléculas se organizam em padrões regulares e repetidos são cristais. Há dois tipos básicos de cristal: o primeiro é o mineral, como os diamantes, rubis e até mesmo o sal; o segundo tem estrutura mais fluida embora suas moléculas tenham o mesmo padrão organizado. Um exemplo bem conhecido é o do cristal líquido dos relógios digitais e das telas de laptops. 

Para explicar melhor o conceito de cristal líquido, vamos usar novamente o exemplo dos soldados em uma parada militar. Ao virar em uma esquina, os soldados mantêm a estrutura e o ritmo do regimento mesmo que tenham de passar enfileirados, um a um. Movimentam-se como as moléculas do cristal líquido, sem perder a organização. As moléculas fosfolipídicas da membrana seguem o mesmo padrão. Sua organização fluida e cristalina permite flexibilidade de movimentos e de formato, porém sem perder a integração da estrutura, qualidade essencial para que a barreira interna se mantenha intacta. Portanto, para definir claramente a membrana, fiz a seguinte anotação: "A membrana é um cristal líquido". 

Comecei então a associar o fato de que uma membrana que contivesse apenas fosfolipídios seria como o sanduíche de pão com manteiga sem as azeitonas [as azeitonas furadas são como canais entre o meio externo e interno da célula e a manteiga a própria membrana impermeável]. O corante não conseguiria atravessar a barreira de manteiga. Um sanduíche desse tipo não seria um condutor. No entanto, se adicionássemos as "azeitonas" de PIMs, poderíamos observar que a membrana é condutora de determinadas substâncias, mas impede a passagem de outras. Adicionei então outro comentário: "A membrana é um semicondutor". 

Por fim, adicionei uma descrição dos dois tipos mais comuns de PIM [azeitonas], as receptoras e as executoras, chamadas de canais porque permitem às células receber nutrientes importantes e expelir dejetos. E já estava para fazer a anotação de que as membranas contêm "receptores e canais" quando outra imagem me veio à mente: a de uma porta. Então, completei a descrição com a frase "as membranas contêm portas e canais".

Reli então a frase inteira: "A membrana é um semicondutor de cristal líquido com portas e canais". 

O que me surpreendeu foi o fato de saber que tinha lido ou ouvido aquela mesma frase em algum lugar, mas não me lembrava onde. Só tinha certeza de que a frase que tinha ouvido não estava ligada à biologia. 

Quando me reclinei na cadeira, a primeira coisa que me chamou a atenção foi meu novo Macintosh que estava sobre a mesa, meu primeiro computador. Ao lado dele estava um exemplar de capa vermelha do livro Understanding your microprocessor [Entenda seu microprocessador] que eu havia comprado em uma loja. Peguei o livro, comecei a folhear e encontrei, na introdução, a definição de um chip de computador: "Um chip é um semicondutor de cristal com portas e canais".

Fiquei ali parado, impressionado com a ideia de que um chip e a membrana de uma célula podem ter a mesma definição técnica. Passei mais alguns minutos, mergulhado no livro, lendo e comparando biomembranas e semicondutores de silício. Fiquei ainda mais impressionado ao perceber que não se tratava de mera coincidência. A membrana celular tem realmente estrutura e funções equivalentes (homólogas) às de um chip de silício.
Biologia da Crença. Bruce H. Lipton.