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sábado, 5 de outubro de 2013

INTERNET BIOLÓGICA



O DNA HUMANO É UMA INTERNET BIOLÓGICA, e superior em muitos aspectos à nossa internet artificial. Pesquisas de cientistas russos explicam direta e indiretamente fenômenos como a clarividência, intuição, atos de cura espontâneos ou improváveis, técnicas de autocura, técnicas de afirmação, luzes/auras incomuns em volta das pessoas, influência da mente nos padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências sem cortar e substituir um único gene.

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não produz nada sem uma função específica, juntou-se a linguistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de “DNA lixo.” Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os linguistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, segue as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para frases formulário e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras do jogo assim como nossas línguas. Línguas para humanos não aparecem por acaso, mas são um reflexo de nosso DNA inerente.

O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. [Para efeitos de concisão, vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi: Cromossomas vivos funcionam como computadores solitonicos/holográficos, usando a radiação laser endógena do DNA. Isto significa, que conseguiram modular, por exemplo, certos padrões de frequência de raio laser e com isso influenciaram a frequência de DNA e, portanto, a própria informação genética. Uma vez que a estrutura básica dos pares de DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! Substância de DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá aos raios laser de linguagem moduladas e até às ondas de rádio, se as frequências apropriadas forem usadas.

Isso explica cientificamente afinal porque as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos de cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente trabalham em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências moduladas de rádio e de luz adequadas e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que, com este método, cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles inclusive capturaram padrões de informação de um DNA particular e o transmitiram para outro, assim reprogramando as células para outro genoma. Desta forma eles transformaram com sucesso, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra simplesmente transmitindo os padrões de informação de DNA! Desta forma a informação por inteiro foi transmitida sem nenhum dos efeitos colaterais ou desarmonias encontradas quando cortam e reinserem genes únicos do DNA. Isso representa uma inacreditável revolução e sensação de transformação do mundo! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte arcaico. Esta experiência aponta para o imenso poder das ondas genéticas, que obviamente têm uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das sequências alcalinas.

Místicos antigos, esotéricos e professores espirituais já sabiam há várias eras que nossos corpos são programáveis pela linguagem, palavras e pensamentos. Isso agora foi cientificamente provado e explicado. A frequência, é claro, precisa ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com seu próprio DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas sempre funcionará, desde que usem a frequência correta.

Porém, quanto maior é o desenvolvimento da consciência de um indivíduo, menos ele precisa de qualquer tipo de artifício! Cada um pode alcançar estes resultados por si só, e a ciência pode finalmente parar de rir de tais ideias e confirmar e explicar seus resultados. E não termina por aí. Os cientistas russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões de perturbação no vácuo, com isso produzindo buracos-de-minhoca (Wormholes) magnéticos! Wormholes são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes Einstein-Rosen em proximidade com os buracos negros (deixados por estrelas que se apagam). São conexões de túnel entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e as passa para a nossa consciência. Este processo de hiper-comunicação é mais eficaz num estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem a efetividade da hiper-comunicação e a informação pode ser totalmente distorcida e inútil.

Traduzido do BeforItsNews

Referências:
1. http://www.rexresearch.com/gajarev/gajarev.htm
2. http://noosphere.princeton.edu
3. fosar-bludorf.com



 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

CURA RECONECTIVA


Antes de falar sobre a Reconexão, deveria me posicionar abertamente sobre a Cura Reconectiva. Mas, excepcionalmente não pude me submeter ao procedimento. Isto não quer dizer que não seja tão incrível quanto vemos nos programas televisionados por todo o mundo. Não queria falar sobre o que não sei, porém este foi um bom exercício para mim, para como estabelecer a verdade. A verdade é que eu fiz sim...
Comecei pelo livro de Eric Pearl, depois vi vídeos e cheguei ao veredicto de aprovado. Não costumo – mais – aceitar tudo como verdade. Entretanto, neste caso existem certas “condições” que, mesmo advindo de fontes indiretas, contribuem para a sua veracidade. O método é similar ao reiki, amplamente estudado, possui princípios que encontramos em todas as terapias e filosofias vibracionais.

É visto em todo o mundo, apresentando-se nos mais variados programas por onde os seminários acontecem. Aliás, os seminários atraem centenas e milhares de participantes que pagam, um valor não tão acessível – pelo menos para mim –, para aprenderem o método. Geralmente são pessoas que se submeteram ao procedimento, ou que presenciaram a melhora de amigos, familiares.

Na verdade eu imagino como seja, pois eu me submeti à terapias similares e entendo o objetivo desta nova técnica. Percebo o alcance da cura e da Reconexão. Tomara que você se anime.

O que é a Cura Reconectiva?

Esta é uma forma de cura que está no nosso planeta pela primeira vez. Reconecta-nos com a plenitude do Universo e, por consequência direta, com a plenitude do Ser que somos. Acredita-se que isto acontece graças a uma nova gama de frequências curativas e, muito provavelmente, devido a um campo de ondas totalmente novo cuja realidade se pode constatar claramente tanto durante as sessões como em laboratórios científicos.

A Reconexão (Reconnection) é o processo abrangente de reconectar com o Universo, o que permite que aconteça a Cura Reconectiva. Estas curas e frequências evolutivas pertencem a uma nova banda electromagnética e chegam-nos através de um espectro de luz e informação. Graças à Reconexão somos capazes de interatuar com estes novos níveis de luz e informação e, assim, reconectarmo-nos. Isto é algo novo. Isto é diferente. Isto é real – e pode ser tecido em cada um de nós.

No âmbito da cura, muitas das técnicas até aqui utilizadas passaram pela prova do tempo, funcionando como sempre funcionaram, mas agora temos mais, e também somos mais. Assim, as velhas técnicas já não são suficientes - discordo. Tão boas como sempre têm sido (estas técnicas), dentro dos nossos novos e ampliados parâmetros já não são apropriadas. Da mesma maneira que duas lanternas não seriam apropriadas para utilizar como faróis num carro, apesar de terem sido úteis para andar numa carruagem puxada por cavalos. O problema das técnicas que temos até agora é estarem sujeitas a rituais de proteção relacionados com ambos os participantes (tirar as joias, cabedal, relógio, acreditar na terapia e/ou terapeuta…) e que já não estão presentes nas novas frequências.

Então está dizendo que esta é melhor que as outras técnicas?

Claro que não. Não se trata de “melhor ou pior”, trata-se de qual é a mais adequada. Da mesma maneira que é fácil entender que duas velas não seriam o mais apropriado para conduzir um carro na autoestrada à noite, para ir desfrutar de um jantar romântico, os faróis de halogêneo também seriam despropositados como iluminação em cima da mesa ao jantar. A Cura Reconectiva está agora aqui para nos dar algo mais global e abrangente, porque agora é a altura para tal.

domingo, 8 de setembro de 2013

campo corporal humano

"O Campo Corporal Humano foi descoberto pelos biofísicos como integrado ao nosso ser. Esse campo revela-se como o lugar onde é armazenada a totalidade das informações sobre o estado físico e mental do nosso corpo. O Campo Corporal Humano (CCH) coordena as funções reguladoras de nosso corpo físico, bem como as reações químicas, o equilíbrio mental, as funções nervosas, o potencial energético e a memória".

A comunidade científica não se apressa para reconhecer e admitir o poder terapêutico da medicina informacional. A medicina clássica e os laboratórios farmacêuticos continuam tropeçando com a utilização da medicina química, bombardeando nossas células com substâncias, que como já sabemos, em longo prazo, em muitos casos, se revelam nocivas. O departamento de pesquisa da empresa *NES Health está a cada mês gerando provas científicas que a saúde não é mais química, e sim informacional. A terapia NES não foca os sintomas, foca uma visão holística, o ser humano como um todo. A base de raciocínio da NES é que o ser humano se organiza por campos eletromagnéticos: a planta da organização das células para compor um ser humano está contida no universo vibracional ao qual pertence.
O Campo Corporal Humano foi descoberto pelos biofísicos como integrado ao nosso ser. Esse campo revela-se como o lugar onde é armazenada a totalidade das informações sobre o estado físico e mental do nosso corpo. O Campo Corporal Humano (CCH) coordena as funções reguladoras de nosso corpo físico, bem como as reações químicas, o equilíbrio mental, as funções nervosas, o potencial energético e a memória. O CCH atua como um sistema de navegação que guia a informação dentro do nosso corpo para gerenciar e coordenar suas atividades. Serve como entidade inteligente e poderosa de controle da informação. É um campo de energia dinâmico que reage todas as influências externas de origem física, bem como as de origem emocional ou mental. O Campo Corporal Humano “grava” tudo que pode acontecer em diferentes registros eletromagnéticos.

A NES explica que o funcionamento e a natureza do Campo Corporal Humano são extremamente complexos e são baseados na teoria dos quantas eletrodinâmicos. No site da NES, www.nutrienergetics.com, você encontrará a teoria completa. Em suma, todos os aspectos da saúde física, emocional e o bem-estar são influenciados pelos campos de energia e de informação do Campo Corporal Humano. O funcionamento do sistema NES: os traumas físicos, emocionais ou químicos perturbam o Campo Corporal Humano gerando distorções que alteram as capacidades naturais do corpo à autocura e modificam a saúde em todos os níveis do ser humano. Para a detecção das perturbações, o paciente digitaliza a palma da mão num scanner especial, durante alguns segundos. O Campo Corporal Humano será decodificado, ou seja, lido. Em seguida, na tela do computador, aparecem várias tabelas que levam em conta mais de 145 parâmetros de bem-estar como:

- os órgãos do corpo;
- os meridianos de acupuntura;
- o sistema nervoso;
- o sistema digestivo;
- as toxinas do meio interno;
- as toxinas do meio ambiente;
- o estado nutricional;
- o equilíbrio emocional;
- os problemas de articulações, etc...

As perturbações do Campo Corporal Humano serão listadas e o sistema emitira recomendações para balancear as informações. A volta ao equilíbrio é feita com o uso de gotinhas que contém a informação vibracional chamadas de “infoceuticals”, parecidas com remédios homeopáticos. O líquido – geralmente água ou álcool – é encodado (convertido) ou gravado como um DVD. Ou seja, o líquido recebe informações eletromagnéticas como se fosse um CD de música, por exemplo.

Essas informações impregnam as gotas dos infoceuticals e são tomadas segundo uma ordem específica durante um mês. O tratamento visa, para começar, o lado mais físico da manifestação. Gradativamente, ao longo dos meses, serão reequilibrados os diferentes níveis para que todos vibrem de acordo, gerando assim, um Campo Corporal Humano harmonizado. O equilíbrio e o desaparecimento das distorções levam ao alívio das perturbações e ao bem-estar quase que “beato”!

Você verá uma semelhança entre o Campo Corporal Humano e o corpo energético ou prânico, como ele é definido pela ciência do yoga. As práticas de yoga “mexem” com esse Campo e reorganizam a energia vital nos diferentes níveis do ser humano, chamados “as koshas”:


- annamaya kosha: o invólucro físico
- manomaya kosha: o invólucro feito pelos pensamentos e emoções (mind em inglês)
- vijnanamaya kosha: o invólucro formado pela inteligência, o raciocínio e a discriminação
- anandamaya kosha: o invólucro eterno
- pranamaya kosha, o total do corpo energético que integra todos os níveis.

Mexendo no corpo energético, temos acesso a todos. É fantástico ver a evolução da física moderna e que aos poucos as técnicas de cura estão adotando protocolos próximos à realidade, como foi descrita pelo yoga.
Um oceano de energia, feito de ondas que se propagam num vácuo dinâmico e “formatam” a matéria desde o ser humano às estrelas. Quem são os inventores dessa técnica? Peter Fraser: Professor da Universidade de Melbourne. Especialista em acupuntura, biofísica, medicina ocidental e oriental. Dedicou-se nessas três últimas décadas às pesquisas sobre a ciência pioneira do sistema NES. Elaborou a teoria do Campo Corporal Humano na qual se baseia a tecnologia NES.

Harry Massey: impressionado e curado graças às técnicas divulgadas por Peter Fraser. Desenvolveu o sistema NES para que seja aplicado por qualquer médico no mundo. Sofrendo da síndrome de fadiga crônica, encontrou um grande alívio com essas técnicas e resolveu compartilhar os benefícios com os outros (www.neshealth.com).

Recomendo para completar esse artigo o filme: The Living Matrix. 


* Nutry Energetic Systems nome da companhia que inventou e divulga a medicina informacional 


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

BIOMEMBRANA


Meu momento de "eureca" foi parecido com a dinâmica de algumas soluções hipersaturadas da química. São soluções que parecem apenas água, mas que estão tão saturadas de substâncias dissolvidas que uma simples gota a mais pode causar uma reação enérgica e transformar a mistura em um grande cristal. 


Este momento “eureca”, nas religiões, é descrito como um momento de iluminação, o samadhi. Não é nada diferente, no entanto nos aparenta certa estranheza que uma descoberta cientifica possa ter o mesmo valor de uma iluminação espiritual. Ambas não passam de momentos de quebra de barreiras, de paradigmas, que ocasionam um despertar ou um esclarecimento. Mas este relato do Dr. Bruce Lipton se enquadra em percepções do real funcionamento do homem, enquanto os santos, nas reais percepções de Deus, o que para mim não passa de semântica, já que Deus e homem são uma única expressão.


Em 1985, eu estava morando em uma casa alugada em uma ilha no Caribe lecionando numa escola de medicina. Eram duas horas da manhã e eu estava revendo todas as anotações sobre biologia, química e física a respeito da membrana celular que tinha feito nos últimos anos, em uma tentativa de encontrar uma ligação entre elas que me revelasse seu funcionamento. Foi então que um momento de vislumbre me transformou por completo, não em um cristal resultante de misturas hipersaturadas de laboratório, mas em um biólogo consciente do funcionamento da membrana que não tinha mais desculpas para não assumir o controle da própria vida. 

Naquele instante, redefini toda a minha compreensão do funcionamento da organização estrutural da membrana. Comecei a visualizar todo o processo desde as moléculas fosfolipídicas em formato de pirulito, organizadas como soldados enfileirados em um desfile. Por definição, estruturas cujas moléculas se organizam em padrões regulares e repetidos são cristais. Há dois tipos básicos de cristal: o primeiro é o mineral, como os diamantes, rubis e até mesmo o sal; o segundo tem estrutura mais fluida embora suas moléculas tenham o mesmo padrão organizado. Um exemplo bem conhecido é o do cristal líquido dos relógios digitais e das telas de laptops. 

Para explicar melhor o conceito de cristal líquido, vamos usar novamente o exemplo dos soldados em uma parada militar. Ao virar em uma esquina, os soldados mantêm a estrutura e o ritmo do regimento mesmo que tenham de passar enfileirados, um a um. Movimentam-se como as moléculas do cristal líquido, sem perder a organização. As moléculas fosfolipídicas da membrana seguem o mesmo padrão. Sua organização fluida e cristalina permite flexibilidade de movimentos e de formato, porém sem perder a integração da estrutura, qualidade essencial para que a barreira interna se mantenha intacta. Portanto, para definir claramente a membrana, fiz a seguinte anotação: "A membrana é um cristal líquido". 

Comecei então a associar o fato de que uma membrana que contivesse apenas fosfolipídios seria como o sanduíche de pão com manteiga sem as azeitonas [as azeitonas furadas são como canais entre o meio externo e interno da célula e a manteiga a própria membrana impermeável]. O corante não conseguiria atravessar a barreira de manteiga. Um sanduíche desse tipo não seria um condutor. No entanto, se adicionássemos as "azeitonas" de PIMs, poderíamos observar que a membrana é condutora de determinadas substâncias, mas impede a passagem de outras. Adicionei então outro comentário: "A membrana é um semicondutor". 

Por fim, adicionei uma descrição dos dois tipos mais comuns de PIM [azeitonas], as receptoras e as executoras, chamadas de canais porque permitem às células receber nutrientes importantes e expelir dejetos. E já estava para fazer a anotação de que as membranas contêm "receptores e canais" quando outra imagem me veio à mente: a de uma porta. Então, completei a descrição com a frase "as membranas contêm portas e canais".

Reli então a frase inteira: "A membrana é um semicondutor de cristal líquido com portas e canais". 

O que me surpreendeu foi o fato de saber que tinha lido ou ouvido aquela mesma frase em algum lugar, mas não me lembrava onde. Só tinha certeza de que a frase que tinha ouvido não estava ligada à biologia. 

Quando me reclinei na cadeira, a primeira coisa que me chamou a atenção foi meu novo Macintosh que estava sobre a mesa, meu primeiro computador. Ao lado dele estava um exemplar de capa vermelha do livro Understanding your microprocessor [Entenda seu microprocessador] que eu havia comprado em uma loja. Peguei o livro, comecei a folhear e encontrei, na introdução, a definição de um chip de computador: "Um chip é um semicondutor de cristal com portas e canais".

Fiquei ali parado, impressionado com a ideia de que um chip e a membrana de uma célula podem ter a mesma definição técnica. Passei mais alguns minutos, mergulhado no livro, lendo e comparando biomembranas e semicondutores de silício. Fiquei ainda mais impressionado ao perceber que não se tratava de mera coincidência. A membrana celular tem realmente estrutura e funções equivalentes (homólogas) às de um chip de silício.
Biologia da Crença. Bruce H. Lipton.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

070 - o genoma humano


Agora que o DNA havia atingido o status de super-estrela da ciência, o desafio seguinte era criar um catálogo de todas as estrelas genéticas no firmamento humano. Iniciou-se, então, em 1980, o projeto Genoma Humano, um esforço científico global para classificar todos os genes de nossa composição orgânica. 
Tratava-se de um projeto ambicioso e de grandes proporções. Convencionou-se que o corpo precisava de um gene-modelo para cada uma das 100 mil proteínas que compõem nosso corpo e também de mais 20 mil genes reguladores para orquestrar a atividade de codificação das proteínas. Os cientistas concluíram que o genoma humano deveria conter um mínimo de 120 mil genes entre nossos 23 pares de cromossomos. 

Mas não era só isso. Parecia que os cientistas estavam no meio de uma piada cósmica, o tipo daquela que acontece sempre que alguém acha que descobriu os segredos do universo. Imagine o impacto que Nicolau Copérnico causou ao anunciar em 1543 que a Terra não era o centro do universo como pensavam os cientistas-teólogos da época. O fato de que era a Terra quem gravitava ao redor do Sol e o de que nem mesmo o Sol era o centro do universo colocaram em xeque os ensinamentos da Igreja. As descobertas de Copérnico deram início à revolução científica ao desafiar o conceito de "infalibilidade" da Igreja e fizeram com que a ciência a substituísse como fonte de conhecimento e de descoberta dos mistérios do universo. 

Os geneticistas também tiveram um grande choque ao descobrir que, ao contrário de sua estimativa de 120 mil genes, o genoma humano tem apenas 25 mil (Pennisi, 2003a e 2003b; Pearson, 2003; Goodman, 2003). Mais de 80 por cento do que se presumia ser DNA simplesmente não existe! A falta desses genes causou mais impacto do que se poderia supor. O conceito de gene e proteína únicos era o princípio básico do determinismo genético. Com isso, o projeto Genoma Humano veio abaixo e todos os nossos conceitos sobre o funcionamento básico da vida tiveram de ser revistos. Não era mais possível continuar acreditando que a engenharia genética iria resolver todos os dilemas biológicos. Não há genes suficientes para compor um quadro tão complexo quanto a vida ou as doenças humanas.

O verme primitivo Caenorhabditis serve de modelo perfeito para o estudo do papel dos genes no desenvolvimento e no comportamento dos seres. E um organismo que cresce e se desenvolve com muita rapidez, tem um corpo de padrão preciso composto de exatamente 969 células e um cérebro muito simples de 302 células. 

No entanto, apresenta um repertório único de comportamento e é bastante dócil para o trabalho em laboratório. Têm aproximadamente 24 mil genes (Blaxter, 2003). O corpo humano, composto de mais de 50 trilhões de células, contém apenas 1500 genes a mais que este microscópico e humilde ser. 
A mosca-das-frutas, outro espécime preferido dos cientistas para este tipo de estudo, possui 15 mil genes (Blaxter, 2003; Celniker et al., 2002). Portanto, esta pequena mosca, de organismo muito mais complexo, tem nove mil genes a menos que o primitivo verme Caenorhabditis. E quando se trata de comparar homens e ratos a situação é ainda mais crítica. Teremos de passar a tratá-los com mais dignidade, pois os resultados dos projetos genoma paralelos revelam que humanos e roedores têm aproximadamente o mesmo número de genes!

Biologia da Crença. Bruce H. Lipton.


O vídeo a seguir "The Living Matrix" apresenta um resumo das teorias – comprovadas – que aparecem no livro de Lipton. Alias este documentário vai além, mostrando o que o Dr. Eric Pearl chama de Cura Reconectiva, que será assunto em breve.


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Talvez o diálogo a seguir seja relevante e elucide alguns pontos do texto apresentado, pelo menos eu acho que seja pertinente.

Tiago, você disse que o universo é redundante e eficiente, como?


Cogite que a proposta quântica poderia ser chamada de virtual, é só uma simplificação das reais potencialidades do universo e de Deus. ― sem parábolas ou fábulas, ele só falava em linguagem binária. ― Está a par das extensões de compactação de imagens digitais?


Acho que sim, por quê?

O universo se comporta mais ou menos assim. Parece-nos tão infinito e vasto quanto uma imagem de altíssima resolução – aqui só uma analogia –, embora ele seja só um pacote de dados. Assim como a imagem pode ser digitalizada e decomposta em dados virtuais que ocupam eficientemente um espaço de armazenamento menor, gerando a possibilidade de compactações e ampliando a capacidade de um disco rígido; o universo realiza o mesmo em uma escala que ultrapassa o poder da imaginação, como a eficiência dos processadores de um computador.
Hã! ― eu entendi, porém não havia a menor possibilidade de imaginar como.

Livro de Mateus


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

069 = os genes: correlação e causa.



          [...]


Antes se pensava que os genes eram transmitidos exclusivamente à prole de cada espécie e por meio da reprodução. Agora os cientistas estão descobrindo que os genes podem ser compartilhados não apenas entre os membros da mesma espécie, mas também entre outras. Esse processo de transferência genética acelera a evolução, pois os novos organismos podem adquirir experiências "já aprendidas" pelos outros (Nitz et al, 2004; Pennisi, 2004; Boucher et al, 2003; Dutta e Pan, 2002; Gogarten, 2003). Com essa troca de genes, os organismos não podem mais ser vistos como entidades separadas. Não existe mais a suposta divisão entre as espécies. Daniel Drenn, gerente do departamento de energia do projeto Genoma, declarou à Science em 2001 (294:1634): "... não temos mais como simplesmente qualificar espécies" (Pennisi, 2001). 

Mas essa troca de informações genéticas não ocorre por acidente. Trata-se de um método que a natureza utiliza para aumentar as chances de sobrevivência da biosfera. Como já mencionei, os genes são os arquivos de memória das experiências aprendidas pelos organismos. Essa nova descoberta de que há troca de genes entre as espécies mostra que as experiências podem ser compartilhadas por todos os indivíduos que compõem a grande comunidade da vida. Obviamente, o conhecimento desse mecanismo de transferência torna a engenharia genética ainda mais perigosa. Por exemplo: experiências simples com genes de tomates podem ir muito além daquilo que se imaginava e acabar alterando toda a biosfera de maneira irreversível. Um estudo recente mostra que, quando humanos ingerem alimentos geneticamente modificados, os genes criados artificialmente se misturam e alteram as características das bactérias benéficas do intestino (Heritage, 2004; Netherwood et al, 2004).

Por outro lado, as modificações genéticas podem ser anuladas por uma ação do pensamento. Pois o pensamento é a ação do meio que mais está conectado com as reações do corpo. O modo como compreendemos o meio interfere mais do que as próprias ações de um meio amplamente influente. Por exemplo: em um caso narrado por Dr. Lipton, um paciente morre por causa do seu pensamento errôneo acerca dos exames. Este efeito é chamado de “nocebo” e é quando acreditamos que uma ação, ou uma palavra, é contrária à verdade, e pior, nociva. O paciente acreditou que uma mancha no pulmão, vista na radiografia, era um câncer. Após a morte em pouco tempo, se descobriu exames anteriores, de muitos anos, com a mesma mancha. É o que acontece quando um médico diz que você tem poucos meses de vida ou uma doença incurável.

Somente porque a medicina não examinou os casos de cura, pois elas existem, todavia são negligenciadas pela indústria farmacêutica, temos a impressão ou a ilusão de que as doenças são mecanismos que só podem ser tratadas pela medicina que nasceu no século 19 com Pasteur e Fleming e Koch e tantos outros. Ou pela segregação entre ciência e religião propiciada pelo heliocentrismo. Os grandes cientistas estabeleceram as regras do jogo até os dias de hoje quando ainda admitem que os átomos são matéria. Porém até:

Darwin admitiu, no final de sua vida, que sua teoria evolucionista havia subestimado o papel do meio ambiente. Em uma carta que escreveu para Moritz Wagner em 1876, ele declara (Darwin, F 1888): "Em minha opinião, o maior erro que cometi foi não dar a devida atenção à ação do ambiente sobre os seres, como no caso dos alimentos, clima etc. independentemente do fator seleção natural... Quando escrevi A origem das espécies, e mesmo nos anos seguintes, jamais percebi as evidências da ação direta do meio ambiente; hoje elas são muito claras para mim".

O que pensar então das manchetes sensacionalistas anunciando a descoberta de um gene para cada doença, de depressão a esquizofrenia? Mas leia esses artigos com calma e você vai descobrir outra verdade por trás deles. Os cientistas associaram diversos genes a diferentes doenças e características, mas ainda não chegaram à conclusão de que um simples gene possa ser a fonte delas.
 
A confusão ocorre porque a mídia deturpa o sentido de dois termos muito importantes: correlação e causa. Uma coisa é dizer que um fator está relacionado a uma doença, outra é dizer que ele é a causa dela, pois isso envolve uma ação direta. Se eu lhe mostrar um molho de chaves e disser que uma delas "controla" meu carro, você vai achar que faz todo sentido, pois sabe que é necessário usar uma chave para dar partida em um automóvel. Mas será que a chave realmente "controla" o carro? Se fosse assim, não se poderia deixar a chave no carro porque ela iria querer passear sozinha com ele quando você não estivesse por perto. A chave está "relacionada" ao controle do carro; a pessoa que a tem nas mãos tem controle sobre ele. Da mesma maneira, determinados genes estão relacionados ao comportamento de um organismo e às suas características. No entanto, permanecem em estado passivo a menos que uma força externa aja sobre eles. 

Mas que força é essa que pode ativar os genes? Uma resposta muito interessante para essa questão foi publicada em um ensaio de 1990 intitulado "As metáforas, o papel dos genes e o desenvolvimento", de H. F. Nijhout (Nijhout, 1990). O autor apresenta evidências de que os genes que controlam a biologia se repetem com tanta frequência e por períodos tão longos de tempo que os cientistas se esqueceram de que se trata apenas de uma hipótese, não de verdade comprovada. Na verdade, a ideia de que os genes controlam a biologia é apenas uma suposição jamais comprovada e até questionada pelas descobertas científicas mais recentes.

Biologia da Crença. Bruce H. Lipton.

Isto me recorda que no livro A Arte da Felicidade, escrito por Howard C. Cutler e Sua Santidade Dalai Lama, podemos entender melhor:

— No esforço de determinar a origem dos problemas de cada um, parece que a abordagem ocidental difere sob muitos aspectos do enfoque budista. Subjacente a todas as variedades de análise ocidental, há suma tendência racionalista muito forte, um pressuposto de que tudo pode ser explicado. E ainda por cima existem restrições decorrentes de certas premissas tidas como líquidas e certas. Por exemplo, eu recentemente me reuni com alguns médicos numa faculdade de medicina. Estavam falando sobre o cérebro e afirmaram que os pensamentos e os sentimentos resultam de diferentes reações e alterações químicas no cérebro. Por isso, propus uma pergunta. É possível conceber a sequência inversa, na qual o pensamento de ensejo a sequência de ocorrências químicas no cérebro? Mas a parte que considerei mais interessante foi a resposta dada pelo cientista. “Partimos da premissa de que todos os pensamentos são produtos ou funções de reações químicas no cérebro.” Quer dizer que se trata simplesmente de uma espécie de rigidez, uma decisão de não questionar o próprio modo de pensar.

E o Dr. Kazuo Murakami, escritor do Código Divino da Vida completa ou ratifica ou corrobora que as pesquisas no campo das ciências naturais estão progredindo de forma rápida e surpreendente, superando até mesmo as expectativas daqueles que atuam nessa área. O genoma humano foi decodificado há poucos anos e agora já dispomos dos meios e do conhecimento necessários para decifrar o corpo humano. Apesar de inicialmente termos acreditado que, ao decifrar o código genético, entenderíamos o mistério da vida, torna-se cada vez mais evidente que a vida não é algo tão simples. Quanto mais estudamos uma única célula sequer, mais nos damos conta de sua complexidade. Eu faço pesquisa na área de ciências naturais há mais de quarenta anos, sendo que, nos últimos vinte, dediquei-me mais à pesquisa genética. O objetivo deste livro é transmitir a inspiração, a surpresa e o maravilhamento evocados em mim tanto pelo conteúdo quanto pelo processo dessa pesquisa e, ao mesmo tempo, compartilhar com você a maneira de aplicar algumas dessas percepções na sua própria vida.